sábado, 13 de junho de 2009

JESUS, DEUS CONOSCO


“[...]Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti, assim como lhe deste poder sobre toda carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.” (João 17.1)

“E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.” (João 17.5)

O evangelho de João é fantástico ao mostrar a divindade de Jesus de maneira tão simples e objetiva. É incrível o que podemos perceber ao lermos passagens como estas citadas acima, entre outras tantas que existem na Bíblia. Todas mostram com tanta clareza a divindade de Jesus.

Embora possamos ver a divindade de Jesus retratada de uma forma direta, muitas pessoas não crêem que Ele é Deus em forma de homem.

Muitas religiões e seitas não acreditam que Deus desceu dos céus para se passar por homem, sofrendo tudo o que sofremos na carne, deixando toda sua glória nos céus, despojando-se de sua majestade eterna, tudo isso para demonstrar seu infinito amor aos homens.

Os relatos que a Bíblia apresenta nessas e outras passagens são incontestáveis. Como podemos menosprezar tanto um ato de amor da parte de Deus?

Na verdade, as pessoas que não crêem na afirmativa de que Jesus é o Verbo (João 1.1-3), também não crêem no poder de Deus.

Infelizmente hoje em dia convivemos com doutrinas, como a doutrina da reencarnação, ou a doutrina panteísta (afirma que Deus está em toda a natureza, com a afirmação de que Deus é tudo e tudo é Deus), que cegam as pessoas e não permitem que elas vejam a verdade, mesmo quando tudo parece ser tão claro.

Não há dúvida, Jesus é Deus, em toda sua plenitude! Basta conhecermos os evangelhos para constatarmos que Ele é o Senhor. Deus nos ama de uma forma tão intensa que enviou o Filho dEle ao mundo para morrer por nós, pagar o preço na cruz em nosso lugar.

Jesus veio para nos salvar, todo aquele que crê em seu nome já está salvo, mas quem não crê no sacrifício santo de Jesus, nem no seu nome poderoso, já está condenado (João 3.18).