segunda-feira, 13 de junho de 2011

SACRIFÍCIOS VIVOS E AGRADÁVEIS

"O fogo arderá continuamente sobre o altar, não se apagará.” (Levítico 6.13)
No Antigo Testamento, o papel de mantenedor do fogo no altar era do sacerdote. Ele era responsável por todos os dias colocar a lenha na lareira do altar, para que assim o fogo nunca se apagasse.
Hoje não há mais sacerdotes dentro do templo, não há mais altares para os holocaustos, não há mais a lareira para o fogo consumidor, mas há o nosso coração, lugar escolhido por Deus para servir de habitação do Seu
Espírito. Hoje o sacerdócio passou a ser exercido por nós, cada um dos filhos de Deus. Temos contato direto com Ele, no momento em que desejarmos. Hoje o holocausto, a oferta pacífica, o sacrifício agradável ao Senhor é a nossa vida, dia a dia entregue à Sua Vontade. Somos sacrifícios vivos e o sacrifício deve ser agradável ao Senhor.
Não há mais necessidade de imolarmos um cordeiro para remissão de pecados, pois o Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, se entregou por nós, para pagar uma dívida de sangue que tínhamos. Hoje o sacrifício é feito cada vez que nego a mim mesmo, para viver a vida que Cristo me deu.
Hoje o holocausto somos nós, e o nosso coração é o altar, que deve ser santo e agradável a Deus. O Espírito Santo, que habita em cada crente, é quem nos incendeia como o fogo do altar fazia nos tempos antigos consumindo o sacrifício.
Não há mais altar, não há mais animais imolados, não há mais templo, pois tudo isso era como a sombra das coisas que seriam reveladas por Jesus.
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” (Romanos 12.1).