Por Rafael Gomes
Ao contrário do que alguns possam pensar ao lerem o título desta postagem, não venho condenar o consumo do cotidiano, ou o capitalismo, nem fomentar qualquer outra discussão no âmbito da economia ou da sociedade em geral. Meu intuito é tratar a respeito do consumismo como um movimento que, basicamente, é constituído pela prática do consumo de produtos, programações e estruturas oferecidos no âmbito das igrejas a todos aqueles disponíveis no "mercado" evangélico.
Minha intensão é trazer uma breve análise a respeito do comportamento consumista que influencia, direciona e define como, onde e quando os cristãos servem (ou intencionam servir) ao seu Deus.

