Mostrando postagens com marcador PREGAÇÕES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PREGAÇÕES. Mostrar todas as postagens

ROMANOS 2 - O JUIZO DE DEUS E A REPROVAÇÃO HUMANA

Por Rafael Gomes

Texto Base: Romanos 2:1-4

Introdução

Após elencar uma série de pecados e depravações humanas em Romanos 1.18-32, o apóstolo Paulo agora inicia o capítulo 2 abordando uma questão muito profunda quanto ao juízo de valor sobre essas questões, e o juízo de Deus sobre aqueles que tais coisas praticam, e sobre aqueles que, embora reprovem tais práticas, não podem fugir delas.

O que está em questão aqui no capítulo 2 é o julgamento hipócrita do moralista e do falso religioso. Pessoas que se opõem à maldade, mas que não conseguem desvincular-se dela.

Na verdade, veremos ao longo dessa reflexão que, invariavelmente, esse capítulo fala a respeito de cada um de nós, dos nossos juízos de valores, e de nossas crenças numa falsa piedade que nos conduz à ideia de que estamos acima da justiça, tanto dos homens, como de Deus.

JONATHAN EDWARDS: VIVENDO EM HARMONIA E PAZ

Por Jonathan Edwards

Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco. (2 Coríntios 13:11)

Ao buscardes a prosperidade desta sociedade, é de suma importância que eviteis contendas. Um povo contencioso será um povo miserável. As contendas que têm estado entre vós, desde que fui vosso pastor, têm sido um dos maiores fardos que carreguei ao longo do meu ministério. Não apenas as contendas comigo, mas também as que tendes uns com os outros. Contenda, exaltação de ânimo, palavras malignas e coisas de natureza semelhante são diretamente contrárias ao espírito do Cristianismo e, de maneira peculiar, tendem a afastar o Espírito de Deus de um povo, tornando ineficazes todos os meios da graça, bem como destruindo o conforto e o bem-estar exteriores de uma comunidade.

A IDOLATRIA MODERNA

"És tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu? E também os profetas morreram. Quem te fazes tu ser? - Toda essa mentira deixa o entendimento das pessoas completamente distorcido, a ponto de transformarem os símbolos em ídolos" (João 8.53)

Por Rafael Gomes

Gostaria de me ater com um pouco mais de profundidade nesse verso 53. Há aqui o espírito de idolatria que pairava sobre os homens naquele tempo, mas que também se manifesta nos dias atuais. Eles argumentavam que, no judaísmo não há quem se possa comparar ao patriarca Abraão, ou aos profetas. Em outras palavras, eles questionavam Jesus, argumentando, em outras palavras que, “se eles, que foram quem foram, morreram, então quem é você pra dizer que nós nunca provaremos a morte?”.

Essa é uma prática muito comum entre aqueles que vivem enganados pela idolatria. O idólatra confunde os símbolos com o verdadeiro objeto de fé. Confundem submissão a rituais com submissão a Deus. Eles tropeçam na Palavra de Deus por acharem que serão capazes de oferecer justiça própria, através do seu serviço religioso. Nesse cenário, o Filho de Deus se torna um estorvo, uma pedra de tropeço, incômoda e indesejada, pois Ele vem mostrar que toda essa ideia está completamente equivocada.

ROMANOS 1 - A FÉ EM CRISTO, A CONSOLAÇÃO E O PODER DO EVANGELHO

Por Pr. Rafael Gomes

Esse texto é oriundo da pregação realizada em 22/03/2020, à IBC Campinho, dando início à série de mensagens expositivas na epístola aos Romanos.

TEXTO BASE: Romanos 1.8-16


INTRODUÇÃO À EPÍSTOLA

A carta aos Romanos foi escrita, possivelmente, no ano 56 D.C., quando Paulo encontrava-se em Corinto.
A igreja de Roma não foi fundada por ele, no entanto, era muito conhecida pelo apóstolo, pelo que lemos no verso 8, e também nas saudações finais do capítulo 16.
Paulo escreve aos romanos como uma forma de apresentar-se a uma igreja com a qual ainda não havia estado presencialmente, porém, tinha planos de visita-la em breve (v.10) e por esse motivo, a epístola traz uma demonstração clara e bem construída da doutrina que ele, como apóstolo, ensinava. É bem

ROMANOS 9 - VASOS DE HONRA, VASOS DE DESONRA E A DOUTRINA DA ELEIÇÃO

Por Pr. Rafael Gomes

O texto a seguir refere-se ao sermão ministrado à Igreja Batista Central de Campinho, RJ, na noite de 31/05/2020, seguindo a série de mensagens expositivas em Romanos, que temos ministrado atualmente. Nele eu venho abordar de forma expositiva o texto de Romanos 9.1-24, tratando aqui da Doutrina da Eleição, abordada pelo apóstolo Paulo em sua epístola. Tal assunto é de relevante importância para a Igreja, tendo em vista o entendimento correto e sadio acerca da atuação soberana de Deus na aplicação de Sua infinita misericórdia e compaixão sobre o ser humano pecador.
Existem muitas distorções no que tange essa doutrina, algumas explícitas e outras mais veladas. Ambos os tipos, no entanto, trazem dificuldades ao cristão, e ferem o nosso relacionamento com o Senhor, conduzindo-nos às vertentes mais humanistas e seculares do entendimento acerca da misericórdia de Deus, da graça salvífica e das bênçãos advindas de Cristo.
Sigamos ao texto.

A VERDADE, O REI E O LADRÃO

Por Pr. Rafael Gomes

Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. (João 18.37)

Por ocasião da Páscoa, gostaria de propor uma breve reflexão sobre a verdade a respeito do reino vindouro, a pessoa do Rei e o ladrão escolhido pela multidão do povo.

Contextualizando

No texto lido, temos Jesus sendo apresentado a Pilatos, pelo Sinédrio, no intuito de que Ele fosse morto pelos romanos (v.31). Nesse momento Pilatos o indaga, por duas vezes, acerca de dEle ser o “Rei dos Judeus” (v.33 e v.37), o que fica melhor explicado se lermos Lucas 23.2, onde os acusadores

CRISTO, NOSSOS OLHOS E NOSSO OLHAR

Por Pr. Rafael Gomes

Olhando fixamente para o Autor e Consumador da fé: Jesus, o qual, por causa do júbilo que lhe fora proposto, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus. (Hebreus 12.2)

Desde que o pecado penetrou vorazmente o coração dos homens; desde que esse homem se tornou completamente depravado e destituído da glória do Pai (Romanos 3.23); desde que o ser criado corrompeu a imagem do Deus Criador em imagem de criatura (Romanos 1.21-23); desde que a nossa justiça se tornou em trapo de imundice e nos afastamos do ideal de Deus para nossas vidas (Isaías 64.6), nossos olhos passaram a mirar aquilo que abastece a nossa carne, e não o nosso espírito. Desde então somos escravos da cobiça, desejando o que não convém, e guerreando pelos prazeres da carne (Tiago 4.1-3) e não pelas riquezas celestiais contidas no Amado (Efésios 1.3 - todas as bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo).

ISAÍAS, O ARREPENDIMENTO E A MUDANÇA DE CAMINHO

Por Pr. Rafael S. Gomes

Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar. (Isaías 55.7)

Vídeo produzido com base na pregação realizada na Igreja Batista Central em Campinho, RJ, com base no texto de Isaías 55.7.




FORTALECIDOS PELA GRAÇA

Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim. 2 Coríntios 12.9

Por Pr. Rafael Gomes

Mensagem ministrada na PIB em Jardim Novo Realengo
Bom dia a todos! Abaixo segue o texto esboço da mensagem pregada no dia 11/05/2016.

Introdução

Vários homens de Deus tiveram provas da grandeza de Deus ao longo da história, e por isso foram transformados de maneira intensa. Podemos lembrar-nos de Jó (Jó 42), Davi (Salmo 139), entre outros.

Precisamos viver na dependência de Deus. Na verdade, não há outro estado para o homem que não seja o de dependência de Deus. Temos a ideia errada de que aqueles que estão fora de Cristo não vivem na dependência de Deus. Como se Deus tivesse o controle da vida somente daqueles que o servem (na verdade, todos O servem, os justos e os injustos) 1.

POR QUE O PASTOR DEVE PREGAR EXPOSITIVAMENTE?

Toda a Escritura é inspirada por Deus, é útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra. 2 Timóteo 3.16,17

Por Pr. Rafael Gomes

Algo que tem se tornado raro em algumas igrejas atualmente é o modelo de pregação conhecida como "expositiva", tão usada no passado por pregadores como Charles Spurgeon, Jonathan Edwards, entre outros.
O que constatamos hoje em dia, é que parece haver um interesse muito maior em transformar o texto bíblico em um pretexto, para pregações direcionadas a um propósito específico. Não que isso seja completamente errado, no entanto, muitos pregadores têm enveredado por caminhos diferentes daqueles ensinados pelas Escrituras, no tocante ao comportamento do pastor enquanto pregador da palavra.